Pular para o conteúdo principal

Bolsonaro: auxílio é "pouco para quem recebe e muito para quem paga"


O presidente Jair Bolsonaro voltou a anunciar hoje (29) que o governo trabalhar pela prorrogação do auxílio emergencial até o final do ano, com um valor abaixo dos atuais R$ 600, mas acima de R$ 200.

“Sabemos da necessidade daqueles que recebem o auxílio emergencial, e ele é pouco para quem recebe e muito para quem paga”, disse o presidente. “Vocês gastam por mês R$ 50 bilhões neste auxílio. Nós pretendemos com um valor menor, que obviamente não será 600, mas também não será 200, prorrogá-lo até o final do ano”, acrescentou.

Pago em razão da crise econômica provocada pela pandemia de covid-19, a criação do benefício foi aprovada pelo Congresso em março e sancionada pelo presidente no mês seguinte. Os beneficiários aprovados, que incluem desempregados e informais, recebem hoje três parcelas mensais de R$ 600.

(Agência Brasil)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A pré-candidata à Presidência da República, Manuela d’Ávila, explica propostas para uma reforma tributária progressiva

Em vídeo publicado nas suas redes sociais nesta segunda-feira (21), a pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela d’Ávila, explica os dez pontos da reforma tributária progressiva, que ela defende. Na visão da pré-candidata, é importante falar sobre reforma tributária porque no Brasil, os impostos contribuem para o aumento da desigualdade e porque o Estado precisa de dinheiro para investir em educação, saúde e segurança, ou seja, para garantir o desenvolvimento econômico. “Quero que vocês saibam que o nosso ponto de partida é algo que se chama ‘capacidade contributiva’, ou seja, os impostos só podem ser cobrados depois que as pessoas garantem as suas necessidades básicas”, explicou. O primeiro ponto que Manuela defende é cobrar impostos dos muito ricos. “Para vocês terem uma ideia, 0,2% da população brasileira declara receber mais de 160 mil reais por mês. Se a alíquota efetiva de imposto desta turma que paga só 6%, passasse para 9%, nós já arrecadaríamo...

A pré-candidata à Presidência da República, Manuela d’Ávila, apresenta propostas para a valorização do trabalho

A pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela d’Ávila, apresentou suas propostas para a valorização do trabalho em vídeo publicado nas redes sociais. Para Manuela, é possível desenvolver o Brasil garantindo a valorização do trabalho. “Garantir o desenvolvimento diminuindo juros, uma taxa de câmbio favorável às indústrias brasileiras e uma taxa alta de investimentos do governo”, propõe. Manuela explica que os bancos públicos têm um papel central nisso, porque quando eles ofertam os juros baixos, pela concorrência, fazem com que todo o sistema bancário também baixe os seus juros. “Com isso, queremos promover a reindustrialização no país e a retomada da geração de emprego na indústria”, pontuou. Segundo Manuela, país sem emprego na indústria é país com salários mais baixos e trabalho mais precário. “Em 2019, a lei atual, que garante a valorização do salário mínimo, vai vencer. Me comprometo com a manutenção da política de valorização do salário mínimo. Vamos at...